Adolescentes e adultos com suspeita de TDAH, dúvidas sobre diagnóstico prévio ou dificuldade persistente de organização.
Avaliação clínica de TDAH
Avaliação de TDAH para adolescentes e adultos.
Para quem quer investigar, com cuidado, se a desatenção, a procrastinação, a impulsividade ou a desorganização fazem parte de um quadro de TDAH ou de outra dificuldade clínica.
Entrevistas, análise da história de vida, funcionamento atual e instrumentos clínicos quando eles acrescentam informação.
Devolutiva com síntese dos achados, discussão diagnóstica e orientação sobre os próximos passos.
Como funciona
A avaliação parte de uma pergunta simples: o que explica esse funcionamento?
Nem toda dificuldade de atenção é TDAH. E nem todo TDAH aparece do mesmo jeito. Por isso, a avaliação olha para sintomas, início das dificuldades, prejuízos no cotidiano e fatores que podem confundir o quadro.
O que já aparecia antes?
O processo investiga sinais desde a infância ou adolescência, mudanças ao longo do tempo e situações em que as dificuldades ficaram mais evidentes.
Onde isso atrapalha hoje?
Entram na análise estudo, trabalho, rotina, relações, sono, regulação emocional, prazos e tarefas do dia a dia.
O que pode estar junto ou parecer TDAH?
Ansiedade, humor, estresse, sono, uso de substâncias e outras condições também podem afetar atenção, motivação e impulsividade.
Etapas
O processo tem etapas, mas não segue uma receita rígida.
A quantidade de encontros depende da demanda, da idade, das informações disponíveis e da necessidade de aprofundar pontos específicos.
Contato inicial
Você informa a demanda e são alinhados disponibilidade, formato e dúvidas práticas.
Entrevista clínica
Conversa sobre a queixa atual, desenvolvimento, escola, trabalho, relações e saúde mental.
Instrumentos quando indicados
Escalas, questionários e materiais complementares podem ajudar a organizar a investigação.
Integração dos dados
As informações são analisadas em conjunto, considerando TDAH e outras hipóteses possíveis.
Devolutiva
Discussão dos achados, conclusão clínica quando possível e orientação sobre os próximos passos.
Instrumentos
Instrumentos ajudam, mas não substituem a análise clínica.
A avaliação pode incluir escalas, questionários, documentos escolares ou profissionais e relato de familiares quando isso fizer sentido. A escolha depende da pergunta clínica e da idade da pessoa avaliada.
Entrevistas, escalas e documentos.
Esses materiais ajudam a observar frequência, intensidade, prejuízo e presença de sintomas em diferentes contextos.
Um teste isolado não define TDAH.
O diagnóstico depende da integração das informações. Um resultado de escala precisa ser interpretado dentro da história da pessoa.
Ao final
A devolutiva organiza o que foi encontrado e o que fazer com isso.
Ao final, a pessoa recebe uma explicação dos achados, da hipótese diagnóstica quando ela é sustentada e dos fatores que também precisam entrar no plano de cuidado.
O que pode ser discutido na devolutiva
- Se os achados são compatíveis com TDAH.
- Quais prejuízos aparecem na rotina.
- Quais fatores emocionais, contextuais ou de desenvolvimento também pesam no caso.
- Quais próximos passos fazem sentido: psicoterapia, avaliação médica, ajustes de rotina ou outras avaliações.
O número de sessões é estimado no início, depois de entender a demanda e a complexidade do caso.
Formação e pesquisa
Formação voltada ao estudo do TDAH e da saúde mental.
Igor Duarte é psicólogo, mestre em Psiquiatria e Ciências do Comportamento pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul e doutorando em Psiquiatria pela Universidade de São Paulo.
Contato
Para começar, envie uma mensagem com a sua dúvida principal.
O contato pelo WhatsApp serve para alinhar disponibilidade, formato da avaliação e informações práticas antes do agendamento.
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